Quem sou eu

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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Uma Bela Segunda-Feira


“Que tal eu permitir que o mundo viva como quiser e que eu me permita viver como eu quero?” (De Ilusões)

Uma nova semana se inicia, e com ela inicia nossos sonhos, novas oportunidades, um novo ritmo, uma nova aventura.
 Permitir-me viver cada instante deste novo caminho fascinante que começa agora é dar permissão para que Deus faça suas obras na construção de uma pessoa melhor, capaz de investir num desafio do novo.
Tenho neste momento uma página toda em branco com linhas gritando para serem preenchidas com algo que marcará esta semana de felicidade, certezas, e riqueza espiritual em minha história.
Deixar o mundo viver e me deixar viver sobre a paz que tanto almejo, este é o tesouro que todos devemos extrair nesta semana.
Bom dia!!!

sábado, 2 de junho de 2012

EDUCAÇÃO com ANDRÉA MENEZES NOGUEIRA


Findamos uma bela campanha sobre EDUCAÇÃO com a colaboração de grandes amigos, participação de pessoas inteligentes.
Gostaria de agradecer a todos que participaram e deixo aqui minha definição particular de EDUCAÇÃO.
Acredito que ela seja a essência daquilo que o ser humano busca. Viver bem em sociedade, diminuir a violência, criar cidadãos de caráter, produzir fábricas de esperança por dias melhores.
Cada um que está face a face com ela, cria um universo de experiências, capaz de abrir janelas de oportunidades, saindo da superficialidade, rumo à criatividade que anda ao lado do sucesso.
Se educar constantemente é arranca o gesso da ignorância, para nadar num mar de conhecimento, e trazer motivação que leva a negação da passividade, capacitando o desenvolvimento de sua própria inteligência.
Se educar é abrir as asas e soltar um voo rumo a grande missão que Deus destinou a nós; prosperar na terra que Ele criou com tanta arte e beleza, para desfrutarmos das conquistas regadas no bálsamo da sabedoria e do amor.
Caro professor, assim como todos que aqui deixaram em seus textos, eu também tive muitos professores que foram fonte de muita inspiração e luz em minha vida. Mas o orgulho maior que tenho é de ter pertencido a uma geração que presenciou garra, vontade, dedicação e orgulho de seu ofício.
Então, meu agradecimento é principalmente a todos eles e que esta nova geração de professores seja ainda melhor, que mostrem a seus alunos o poder da EDUCAÇÃO, mas não só mostrar, como motivar cada um naquilo que realmente ela beneficiará em nosso planeta.
Planeta em grande desenvolvimento, é EDUCAÇÃO correndo pelas veias dos sonhos transformadores de realizações plenas.
Como meu blog, é mais leitura, ainda assim tivemos muita participação, e ler para a educação é essencial, para a organização das idéias, para dar sequencia a criatividade, por isto aposto todos os dias que as escolas estão buscando mais e mais cultivar este hábito nos alunos que formará um grande caráter de vencedores com personalidades de grande sucesso.
$ucesso a todos.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

EDUCAÇÃO com DANIELLA SIQUEIRA CARIOCA

Sabemos que cada aluno chega com identidade de classe, raça, etnia, gênero, território, campo, cidade, periferia, e sobre essas imagens a escola constrói a imagem do aluno, define funções para a escola, secundariza conhecimentos, habilidade e competências. Assim, o ordenamento curricular não é neutro, é condicionado pela pluralidade de imagens sociais que chegam até a escola.
A ação do pedagogo na escola é entendida como possibilidade de assessoria ao professor na relação entre teoria e prática e entre prática e realidade concreta.  
A prática cotidiana da escola está intimamente ligada à presença do professor regente de classe, profissional que regula e administra, diretamente com os alunos, o trabalho didático-pedagógico em sala de aula. É no entendimento da forma de tratamento dado pelo professor aos diferentes conteúdos, e das condições de existência dos alunos que o pedagogo sistematiza o seu trabalho no interior da escola.
Em recente pesquisa, Costa (2006) constatou que a ação da equipe pedagógica com relação ao trabalho do professor no ambiente escolar se configura numa parceria na qual ambos, politicamente, apresentam identidade e posições definidas a partir das quais refletem, criticam e indagam a respeito de seu desempenho como profissionais que trabalham na escola.
A escola necessita de professores compromissados no sentido de apresentarem possibilidade de ensino e aprendizagem eficiente, libertadora, à população estudantil cada vez mais diversa culturalmente. Um professor compromissado diante da necessidade de entender a construção que os alunos trazem para a sala de aula, a comunhão de conhecimentos, entre muitas outras contribuições. Na mobilização de saberes, atitudes, ética e valores que deveriam ser próprio de cada um do coletivo.
Skinner considera que, para se compreender como e por que os organismos se comportam, é preciso analisar suas histórias filogenéticas, ontogenéticas e culturais, bem como descobrir quais as variáveis controladoras pertencentes a cada um desses níveis. Ou seja, para que se possa analisar o comportamento de um aluno indisciplinado, por exemplo, seria preciso, de acordo com essa concepção, observar elementos relacionados à genética, às circunstâncias de vida particulares desse aluno e às questões culturais e sociais na qual o aluno está inserido, visto que essas últimas questões vão determinar, entre outros aspectos, o que seria ou não indisciplina de acordo com cada cultura. Ele tomou muito cuidado de não estabelecer nenhum procedimento de ensino como modelo único a ser seguido em qualquer situação.
Para o autor, a formação do professor deve basear-se nas relações entre o ambiente de ensino e o comportamento do aluno. É importante considerar que não existem ‘alunos-problemas’ e ‘professores-problema’, mas a relação entre eles em sala de aula é que provavelmente contém aspectos problemáticos que precisam ser resolvidos. Assim, para que se possa resolver o problema da educação, é preciso que observe a relação professor-aluno, e não comportamentos isolados de cada um, verificando e manipulando tanto os antecedentes quanto as conseqüências de cada um desses comportamentos com vistas à melhoria dessa interação.
A escola é, sem dúvida, uma instituição cultural. Portanto, as relações entre escola e cultura não podem ser concebidas como entre dois pólos independentes, mas sim como universos entrelaçados, como uma teia tecida no cotidiano e com fios e nós profundamente articulados.

DANIELLA

quinta-feira, 31 de maio de 2012

EDUCAÇÃO com LÍGIA ALMEIDA


  EDUCAÇÃO -  SURREALISTA
 
         Neste Brasil de meu Deus o vocábulo EDUCAÇÃO ainda não foi bem entendido pelo povo brasileiro. O máximo que a maioria entende por EDUCAÇÃO são palavras sociais " por favor", "com licença" e afins.
         No entanto, EDUCAÇÃO é uma verdade de ação mágica. Transformadora. Mutante . Respeitosa. Imprescindível.
         A sala de aula hoje é transparente, digital e mora dentro da minha casa.
Meus netos brincam, pesquisam, comunicam-se pela internet. Amém que assim seja. O tempo é deles e não meu.
         O mundo lá fora encolheu.
         E a EDUCAÇÃO também.
         As chamadas "escolas"atuais, adjetivadas em públicas ou privadas, competem entre si. Guerreiam. Embates de competência.
         A emulação simples e produtiva já não existe. É ganhar ou ganhar.
         Um dó. Sem sintonia e desafinada com o próprio alvo de sustentação: o ALUNO, o SER HUMANO, o ARQUITETO DO FUTURO.
         Os poderes constituídos pensam que PROFESSOR É INVISÍVEL a olho nu. Deixam-nos, em queda livre, mergulhados no abismo da indiferença. Contraditórios em suas leis absurdas criam cotas preconceituosas. Estudante não tem cor, nem raça, nem credo, nem partido político. Não importa se é do Atlético ou do Cruzeiro. TODOS devem chegar à porta de uma faculdade com os MESMOS direitos e obrigações.
          Os pais não gostam das férias das crianças. Elas passam de filhos a grilhões que os prendem dentro de casa.
          Há professores que pensam que são SÓ e tão somente "profissionais do ensino". Balizam-se po uma pobreza de ideal que amortece a alma e jogam no tudo ou nada com o governo.
           A comunidade, em geral, finge que não vê nada disso. Continua a deixar seus filhotinhos sob a tutela de qualquer programa na tv. Silvio Santos, Faustão, BBB, Fazenda, novelas são os grandes deseducadores. E moram com a gente!
 
            Lástimas à parte, há também um reduzido (íssimo) grupo que se preocupa. Quer avanços. Quer metaformoses. Nasceu para ser PROFESSOR.
            Neste reduto precioso oliveirense incluo minhas amigas PROFESSORAS CIDINHA DOS MÁRTIRES e YOLANDA CHAGAS CASTRO.
            Dias melhores virão. Fé em Deus e pé no chão de uma sala de aula.
            Lá mora a esperança.
 
           
        

quarta-feira, 30 de maio de 2012

EDUCAÇÃO com ANTÔNIO CARLOS ARRUDA


AO MESTRE, COM CARINHO
                                                           (* Antonio Carlos Arruda)
Sou de um tempo em que se praticava civismo nas escolas. Éramos motivados a sermos patriotas.
Cantávamos o Hino Nacional, o Hino à Bandeira, o Hino da Proclamação da República e o fazíamos com reverência,em posição de sentido, com a mão direita sobre o peito.
Não raro lágrimas desciam dos nossos olhos, nas datas especiais, onde desfilávamos orgulhosamente ostentando o uniforme da escola, marchando com vigor, sob o som das fanfarras. Aliás, vestir o garboso uniforme da fanfarra era privilégio de poucos.
Sem falar das nossas balizas que nos maravilhavam, despertando paixões desenfreadas nos nossos corações adolescentes e sonhadores.
Sou de um tempo em que subíamos ordenadamente e em fila para as salas. Já na classe, nos levantávamos para saudar o (a) professor (a) quando entrava para dar início às aulas.
Era um tempo de respeito, de regras muitas das vezes rígidas, mas era um tempo em que os valores eram estimulados e a dignidade valorizada.
A simples ameaça por parte do professor, de mandar um aluno para a diretoria, era o suficiente para sossegar o ânimo dos mais indisciplinados.
Quando o (a) professor (a) cruzava os braços e olhava em direção a um aluno, se este estivesse fazendo algo errado, na hora parava, diante do olhar indignado de todos os demais alunos da classe.
Não tínhamos medo dos professores, mas respeito, admiração, e por alguns deles alimentávamos um carinho especial.
Nas festinhas da escola, era comum os professores ficarem rodeados dos seus alunos, cada um querendo desfrutar de um pouco de atenção.
Não raro, levávamos presentinhos como frutas, flores e os mais corajosos, arriscavam até mesmo a escrever bilhetinhos com declarações de afeto aos queridos (as) mestres (as).
Sou capaz de me lembrar o nome de todos meus professores do primário. Profa. Natalina, no primeiro ano, Prof. Alberto Ruy Cotrim no segundo e no terceiro ano, Profa. Inês no quarto ano.
Depois, no ginásio, eram muitos deles, dos quais me lembro com muita saudade e carinho do meu professor de português, Prof. Nicolino Ferrari, que dava aulas de terno e gravata e já tinha seus 60 anos de idade.
Estamos falando da década de 1970/1980, não faz tanto tempo assim!
De lá para cá muita coisa mudou para melhor. A tecnologia avançou cem anos a cada década. Estamos na época da globalização, da Internet, do acesso ao computador de forma facilitada.
O progresso veio de forma avassaladora nas últimas décadas, mas infelizmente, na contramão, os valores foram deixados para trás.
Os mestres de hoje, que nutriam profundo respeito e admiração pelos seus mestres do passado, não desfrutam mais do mesmo tratamento.
Ser professor (a) neste país tornou-se um verdadeiro sacerdócio!
A falta de respeito começou pelos governantes, que há décadas vem relegando a categoria ao mais absoluto ostracismo, por falta de políticas de capacitação e de valorização, sobretudo por deixar de oferecer remunerações condizentes com a responsabilidade e importância do cargo.
Na sala de aula, os modelos (supostamente ultrapassados, do também suposto autoritarismo), deram lugar não à liberdade, mas à libertinagem, onde os alunos, sem noção de limites (que na verdade deveriam ser impostos pelos pais), se julgam no direito de fazer o que bem desejam, atropelando toda e qualquer regra que seja implantada.
Vivemos uma época de inversão de valores, onde uma juventude transviada (aqui no sentido lato da palavra), sem limite, sem noção de valores (como educação, cortesia, respeito ao próximo), se juntam e em bandos (como selvagens) promovem pancadarias, depredações de patrimônio público e desrespeito a qualquer tipo de autoridade.
É impossível ser professor hoje em dia sem correr o risco de ser agredido pelos alunos (eu disse alunos?), simplesmente por repreendê-los diante de uma atitude inadequada em sala de aula.
E o pior, ai do professor que esboçar qualquer tipo de reação!
Por definição ele passará de agredido a agressor, enquanto o verdadeiro agressor sairá ileso, ostentando a fama de ser “o bom” e ainda fazendo chacotas sobre a situação.
E a realidade é que para os governantes, quanto mais ignorante e sem preparo for a população, mais fácil será a manipulação, por isso não se mobilizam para conter este descalabro que cada dia nos assusta mais.
Você professor, você professora, são dignos de todo nosso respeito, de toda nossa admiração. Não fosse seu idealismo, seu amor à causa, não fosse sua dedicação abnegada à este nobre desafio, enfrentando todas as vicissitudes da profissão, que seriam daqueles que são exceção nesta triste regra que acabamos de expor?

*Antonio Carlos Arruda é administrador de empresas, comunicólogo, preservacionista ferroviário, radioamador e escritor. Casado, 51 anos, 3 filhos, reside atualmente na cidade de Belo Horizonte-MG.
Para contatos:
Blog: viajantetranscendental.blogspot.com
Twitter: @arrudaac
E-mail: arrudaac@oi.com.br

terça-feira, 29 de maio de 2012

EDUCAÇÃO


Saber o que aconteceu com a Educação ficou muito complicado, mas penso que seria mais fácil saber o que aconteceu com o ser humano e sua evolução que estão levando um aluno a agir como bicho nas salas de aula, de acharem que são melhores dos que seus professores, de banalizar o ensino.
A educação\atenção está acabando nos lares e estão sendo transferidas para a escola. Os pais não tendo mais tempo de conviver com os filhos acreditam que seus professores estão cumprindo a tarefa um dia destinada a eles.  Os filhos sem referencia familiar, não aceitam mais regras, limites, horários...e, tornando-se muitas vezes  pessoas rudes, defendidas , carentes...
A economia, por sua vez, apertando as famílias cada vez mais, força o desligamento total entre pais e filhos. Resultado: pais já cansados aposentam a atenção tão desejada pelos filhos. Filhos sem essa atenção se tornam mais agressivos e descarregam nas salas de aula sua revolta.
Talvez levando esta conscientização para os pais, eles possam ensinar os filhos a ter o mesmo carinho e respeito que eles querem deles aos seus professores.
Esta semana estarei trazendo neste blog opiniões diversa de pessoas onde a sabedoria é enorme e o sentimento de buscar uma melhoria para nossa educação vem com muita força.
Começarei com um texto que recebi de um autor desconhecido, que seria bem cômico se a situação não fosse tão preocupante.
Peço que divulguem nosso link ao maior número de pessoas possível.
Vamos ajudar a melhorar nossa educação, vamos fazer nossa parte. Caso queira contribuir, mande teu texto para ser divulgado também.
Uma boa semana.


"ÉDUCASSÃO"...
(ótima reflexão)

A Evolução da Educação: 
Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia... Havia aulas 
de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se 
o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...

Leiam o relato de uma Professora de Matemática: 


Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80.
Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda
 mais moedas.
A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente
 sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e
 chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava 
explicar e ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim: 


1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970: 
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980: 
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000: 

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
(  )SIM (  ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009: 
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00. 
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00

7. Em 2010 ...: 
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social,
 não precisa responder pois é proibido reprová-lo).
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00

E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte
 a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.

Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado
 repressor (Ou pior: O aprendiz de meliante pode estar armado)
- Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:
Todo mundo está 'pensando'
em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que se 'pensará'
em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

quarta-feira, 23 de maio de 2012

LIBERDADE DE SER FELIZ




Ontem estive num grupo de orações familiar e no final nos foi servido um delicioso caldo de ervilha. Ali as pessoas se reuniram para trocar ideias, nós mulheres comentando da criação dos filhos os homens alimentando seus projetos, enfim uma troca de experiências.
O que pude notar foi que várias mulheres carregavam o peso grande da cobrança de pessoas que queriam ter satisfações de suas vidas. Ninguém do grupo era nativo da cidade, todos chegaram ali em busca de uma oportunidade de trabalho.  Elas diziam que estas cobranças viam dos pais ( e olha que éramos de  25 a 45 anos de idade), dos amigos, antigos vizinhos,  elas viam de todas as partes.
Comecei a sentir o quanto todas estavam tolhidas por algo que nem sabiam se era certo passar.  Com isto crescia em cada interior uma insatisfação pessoal, onde o rumo da própria vida ficava totalmente cego.
Então hoje resolvi parar para refletir em minha própria vida e saber onde andam as rédeas dela. Quais as mãos estão conduzindo-a e te convido a refletir também e, coincidência ou não, quando abri minhas mensagens, ali estava esta:
“Não permita que outras pessoas lhe digam o que você deve fazer de sua vida. Não permita que a opinião alheia e desagradável atrapalhe suas atitudes e a realização de seus objetivos e de suas metas. Muitas pessoas são bastante seletas no que se refere a marcas de produtos que usam (alimentos, xampu, gasolina, perfumes, pastas de dente, canetas, computadores, automóveis e até ração para seus cães), mas parecem deixar que qualquer pessoa influencie seus objetivos e sonhos com palavras negativas e destrutivas que podem arruinar sua jornada. Não dê ouvidos para as pessoas erradas.”
 Entrevista com Jeremias Oberherr. E- ZINE VENDA MAIS

Como uma gota de água batendo em meus pensamentos, decidi que quero tomar estas rédeas em minhas mãos, dizer não às pessoas que estão tentando ditar qualquer regra a ela, e como tenho certeza que sou muito feliz, me libertar para curtir tal sentimento não dando mais ouvidos às pessoas erradas.
Se você é feliz, tem certeza disto, liberte-se também e respire levemente e em paz. Coloque-se rumo a tua jornada e desfrute de companhias alegres e positivas que ajudem a engrandecer sua atitudes daqui para frente.
E tenha um ótimo dia!